Mais um artigo na SDN sobre Rails, desta vez o tema é RadRails.
Mas, claro, a SAP é só mais uma daquelas empresinhas pequenas que fazem sitezinhos bobos. Não é?
Mais um artigo na SDN sobre Rails, desta vez o tema é RadRails.
Mas, claro, a SAP é só mais uma daquelas empresinhas pequenas que fazem sitezinhos bobos. Não é?
Interessante este trecho do boletim do DFJUG…
__| Puxada de orelha :-( |__
Como voces se lembram, Sridhar Reddy – Sridhar.Reddy@Sun.COM, e’ o evangelista que ministrou palestras tanto no Sun Tech Day como no 8 aniversario do DFJUG. Alem destes encontros, ele veio com uma missao, convidar a comunidade do DFJUG para participar de um projeto fundamental para nos, ajudar na traducao para o portugues da especificacao da API de Java.Os responsaveis pelo projeto sao Flavio de Sao Paulo e Ian Hardie da Sun na California.
Ja’ existem 100 adesoes obtidas no Sun Tech Days de Sao Paulo e foram obtidas somente 10 aqui em Brasilia.
Durante a reuniao dos coordenadores de JUG brasileiros com Jeff Jackson, Vice Presidente da Sun, para o grupo de plataformas para desenvolvedores Java, ouviu destes uma ladainha de reclamacoes de porque a Sun nao patrocina a ida de brasileiros ligados aos JUG ao JavaOne, uma vez que e’ sabido que aqui encontram-se os maiores e mais organizados JUGs do mundo. Ele replicou dizendo que acha estranho, pois todas as vezes que a Sun pede, sugere, recomenda que os desenvolvedores participem de um projeto comunitario, veem adesoes do mundo todo mas, NUNCA se observa a presenca de desenvolvedores brasileiros !!!
Em poucas e simples palavras, se voces querem mais presenca da Sun apoiando os grupos Java brasileiros vao ter que mostrar que sao tao bons quanto dizem por ai’, e so’ tem um jeito de fazer isto, participando dos projetos de software livre, como este da traducao para o portugues da especificacao da API Java ou outros tantos projetos de brasileiros, como o nosso Rybena, JBanana e outros exelentes projetos que voce encontra no portal www.java.net. NAO existe magica, quer reconhecimento ? TRABALHE PARA A COMUNIDADE !!!
Mais informacoes sobre este trabalho de traducao para o portugues da API Java voce encontra em : https://jdk5-api-pt-br.dev.java.net/. La’ voce devera’ assinar o documento de adesao chamdo de “Translation_Contributor_Agreement.pdf”
Apesar de não concordar com a política de Localização do Java, o interessante na mensagem é que, apesar de não ser novidade, este assunto é interessante.
Brasileiro não contribui com software livre. Brasileio não contribui com padrões. Com exceções honrosas, claro, mas a grande maioria só quer saber de usar software de graça (e ainda quer ir no JavaOne de graça). Um dos fatores limitantes é o inglês. A maioria dos projetos está em inglês e só aceita código neste idioma, o vocabulário das pessoas da área é em inglês. Brasileiro não fala inglês e, ao invés de aprender a se comunicar com o mundo, quer que traduzam o mundo para a sua língua.
Esse papo de adesão de formulário é besteira, no STD São Paulo que assinava a adesão ganhava uma camiseta, por isso tantos aderiram, a maioria nem sabe o que assinou.
Tá na hora do Brasil parar de fazer zona quando algum keynote menciona o país e começar a dar resultados. De que adianta a maior comundiade se ela não produz nada além de bagunça e festa?
Como já começou a ser divulgado, dia 6 de Maio de 2006 (Sábado) será realizado o Rio Java Summit 2006!
Lançado ano passado, o Rio Java Summit é um evento anual com grandes nomes internacionais organizado pelo RioJUG. Este ano nós chutamos o pau da barraca e chamamos três convidados internacionais:
Scott Ambler - Criador do Agile Modeling
Gavin King - Criado do Hibernate, criado do Seam, integrante do EJB 3.0
Alarik Myrin - Arquiteto e CTO da Sakonnet Technology
Além disso, teremos palestras de Carlos Vilela (ThoughtWorks), Phillip Calçado (sim, eu :) ) e Marcos Eliziário Santos (RioJUG/Sakonnet Technology). As palestras variam entre linguagens dinâmicas na JVM, testes com FIT, modelagem, JSF, EJB 3.0, integração Rails e Java… veja a agenda.
O local? Simplesmente um dos mais belos hotéis cinco estrelas do Brasil, o Sheraton Rio Hotel & Towers.

E quanto custa isso tudo?
Exato: de graça, sem pagamento, na faixa, free, 0800…
Como isso é possível? Com o patrocínio de duas grandes empresas:


E com a disposição dos coordenadores e membros de um grupo de usuários:

Com mais de três anos lidando basicamente com servidores de aplicação de código aberto, é estranho trabalhar com software fechado. No meu projeto atual temos um problema envolvendo transações entre dois Application Servers (AS) de fornecedores diferentes. Um destes fornecedores é conhecido pela qualidade do produto, o outro pela falta desta. Para piorar, uma mistura de framework e conjunto de ferramentas geradoras de código também fechada gera os EJBs envolvidos.
O problema em questão é como os EJBs são gerados e porque determinada transação não está efetuando rollback. O fornecedor diz uma coisa…como saber se é assim mesmo? Trabalhando com software livre é fácil: basta olhar o fonte. Com nossos fornecedores a coisa complica e no final eu tenho que mantêr aberto três PDFs de três especificações Java EE e comparar com o comportamento do servidor na base do tentativa e erro. Pelo menos temos padrões!
Nós sabemos onde está o problema, más não podemos nem resolver nem ajudar o fornecedor a fazê-lo, porque não temos acesso aos fontes deste componente. Mesmo que consiga identificar, dificilmente o fornecedor vai corrigir o problema pois isto implicaria em um bugfix. Vai ficar pra próxima versão, na verdade já foi corrigido na versão seguinte mas nós estamos, como quase todo mundo, presos a uma versão específica e migrar não é uma alternativa.
No meu projeto anterior o cliente tinha suporte direto do JBoss Group (agora divisão da Red Hat). Eu já gostava muito do servidor em si e fiquei surpreso com a qualidade do suporte. Mesmo não sendo nenhuma Fortune 100, sempre fomos atendidos rapidamente e com muita atenção. Não mandam um indiano que nem tem acesso ao código nos atender, as pessoas que desenvolvem o sistema estão envolvidas diretamente e o código está a sua disposição, os patches que eles mandam podem ser inspecionados. Havia um branch da série 3.2.x personalizado para a empresa, com bugfixes que só entraram oficialmente no JBoss 4.0.
Mesmo antes de ter suporte pago, eu já resolvi muitos bugs olhando como JBoss e Tomcat são implementados. Para a maioria dos programadores parece coisa de louco, mas não é. É um programa Java como qualquer outro e as partes mais críticas geralmente não dão problemas graves. Um bom time pode facilmente utilizar esta informação apra detectar bugs mais estranhos e até enviar o patch com a correção para o projeto. A diferença é que mesmo que seu patch seja rejeitado (alguns meus já foram), você pode, ao menos, integrar no seu servidor, na sua cópia do código.
Por melhor que o suporte seja, por mais qualidade que o servidor tenha, por mais que o vendedor te leve para almoçar no Porcão, tecnologia livre te abre os olhos e é difícil fechar depois. Quem nunca teve problemas com suporte de fornecedor que atire a primeira pedra. Muitas vezes é problema interno de comunicação deles, o cara que te atende não conhece o sistema mais que você. Outras é picaretagem mesmo, os caras dizem uma coisa quando fazem outra. Me lembro de um cliente que adquiriu um certificado digital caríssimo (na época que eram muito caros) para seu site só para descobrir algum tempo depois que o servidor que eles usavam não suportava certificados, ao contrário do que dizia o folder da empresa.
Em outra ocasião um programador no meu time ficou dias discutindo no telefone com o estagiário que a empresa colocava de suporte. Nós havíamos achado o bug, sabíamos onde estava mas a empresa se negava a aceitar como bug deles, colocava a culpa na aplicação. Com a pressa de um prazo já alongado duas vezes estourando, autorizei que ele descompilasse a classe em questão e ele mandou (para a surpresa do fornecedor) um patch. Como o fornecedor era uma empresa pequena, acabaram incorporarando no produto e fazendo um release de emergência. Eles ouviram muitas piadinhas da minha equipe até o fim do projeto…
Hoje em dia software livre não é mais tabu, é uma realidade. Mais e mais empresas estão permitindo seu uso, Tomcat é onipresente e JBoss tem crescido muito (falta de suporte oficial nacional é um problema, todo contrato tem que ser com a sede, em Atlanta). Vamos ver quantas idas ao Porcão serão necessárias para vender caixas-pretas daqui há alguns anos.
Pois é, mais um STD. Eu achei que muita gente ia falar do evento mas não falou, e na boa eu acho que foi bem esse o clima mesmo.
O STD se reduz a: Use Netbeans! Suas aplicações serão feitas mais rapidamente, de maneira mais robusta, totalmente SOA, com pitadas de AJAX e sua unha encravada vai embora! E tem mais! Ligando agora você ganha um exxxclusivo download do Glassfish, o servidor mais rápido que código nativo!
E isso porque fizeram um dia só apra Netbeans antes do STD! Na verdade minhas impressões continuam as mesmas. O Netbeans é imcomparavelmente superior ao JDeveloper mas ainda perde feio pro Eclipse e IntelliJ. Se vocês gostam de fazer downloads aos lotes (sim, você faz downloads com Netbeans assim como faz com Eclipse,a diferença é que no Eclipse o padrão é você baixar o que precisa, não pacotões), Netbeans parece legalzinho.
Fora isso foi uma mochila legal, várias camisetas, muita cerveja e muito papo jogado fora. Palestras? Que palestras?
Das que eu lembro, Simon Ritter como sempre deu conselhos genéricos sobre otimização genérica. Doris Chen (Ph.D) completou sobre conselhos gerais com coleções gerais. O resto não vale comentar. O problema não são nem os palestrantes mas os temas batidos.
Aliás, conversei com muitos expositores e eles achavam a mesma coisa. Êta evento fraco!
Bom, uma coisa um evento deste tras: contatos. Você encontra pessoa que só conhece de ICQ, bate um papo com alguma personalidade, xinga alguém que implementou algo que você odeia…
Eu não consegui utilizar as máquinas para ler meu e-mail. Como tudo mais, a infra piorou. Quem tinha notebook não conseguia conectar (alguns conseguiram, ao que parece) e quem entrava na fila para usar as máquinas Sun Ray descobria que era impossível, parece que colocaram um servidor 386 para 20 thin clients e utilizar a internet me fazia ter saudades do meu modem de 9.800bps.
Gostaria de botar uma banca aqui e dizer que não vou no ano que vem mas provavelmente ia ser mentira. O evento com certeza vai ser mais marketing, cada vez com brindes piores, as mesmas palestras de sempre com um titulo mais bonitinho… mas no fundo eu vou acabar indo lá. Vocês sabem, preciso de desculpas para ir à São Paulo ocasionalmente.
Ops, esqueci: A comida continuou horrível e pra melhorar não havia lugar próximo para almoçar de verdade, porque de sanduichezinho e bolinho não se vive!
Acabei hoje de ler um dos livros da lista, o Beyond Bulltet Points, de Cliff Atkinson (e acabo de saber que vai sair uma versão atualizada).
É o segundo livro sobre falar em público e preparar apresentações que leio este ano. Este se foca exclusivamente em como preparar uma apresentação de slides no Powerpoint. Sim, em negrito porque o livro se torna irritante quando começa a mandar você clicar em File>Presentation… e outras coisas específicas do editor de slides da Microsoft (o livro é da MS Press).

É uma pena, porque Cliff tem muito a falar (você pode sentir pelo blog dele). Dicas preciosas sobre como organizar um slide e uma metodologia para criar apresentações bem razoável. Eu diria que vale comprar o livro se você, como eu, tem se vido muito frequentemente pensando em como diabos combinar um diagrama com texto e headlines. O livro não fala sobre falar em público, é apenas sobre organizar uma apresentação, no Powerpoint.
Estou numa dúvida sobre qual vai ser o próximo livro… amanhã de manhã eu decido.
430 Tópicos no GUJ. mais de 600 e-mails novos. 11611 novas atualizações no bloglines.
Este é o resultado inicial de quase sete dias sem Internet. Dando umas atualizações e satisfações rápidas, durante o Sun tech Days eu não consegui usar um computador e como mudei de emprego ainda estou naquela fase do “solicitar senha para o usuário pcalcado”. A Veloz resolveu não colaborar durante o fim de semana e somente hoje eu posso dizer que voltei ao mundinho que já foi submundo, já foi cult, que já foi nerd e hoje em dia é só a Internet. Aquele lugar onde tem o Orkut.
…meu celular ressuscitou, mesmo número.
Gilad Bracha fala em seu blog (que todo mundo interessado em Java deve ler) sobre uma possível nova JSR para tornar Java mais modular.
A idéia é simples: você tem um pacote br.com.fragmental.sistema.componenteA. Neste pacote está todo o seu componente, com eventuais br.com.fragmental.sistema.componenteA.subcomponenteA1.
Agora você tem um componente B que precisa usar algumas características do componente A. Hoje nada impede que B tenha acesso à toda a API pública de A. Pela tal JSR você teria uma definição de quais métodos na API de A são acessíveis de fora:
super package br.com.fragmental.sistema.componenteA {
export br.com.fragmental.sistema.componenteA.subcomponenteA1.*;
export br.com.fragmental.sistema.componenteA.subcomponenteA2.ClasseQualquer;
br.com.fragmental.sistema.componenteB;
br.com.fragmental.sistema.componenteC;
br.com.fragmental.sistema.componenteD;
}
Assim só o que for exportado esta disponível.
Este conceito mais ou menos existe em outras linguagens, Perl por exemplo. Apesar da sintaxe horrível (que não é nem de longe definitiva), essa é uma das features que a linguagem Java realmente precisa, ao contrário do estica-e-puxa que andam fazendo pra tentar convencer novamente que Java é a melhor para tudo.
Vocês já viram o Joga.com? É uma rede social da Nike e Google sobre futebol. Estava em me cadastrando quando vi que o site era em aspx e… que ele importava meu perfil do Orkut. Com esse nome, sobre este tema e usando dados dos milhões de brasileiros do Orkut…é, parece que o Google está arrumando um jeito de fazer dinheiro com os milhares de brasileiros que entupiram sua rede social…
Uma coisa legal que eles poderiam fazer é ter essas ‘comunidades paralelas’ dentro do orkut principal.