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	<title>Comments on: Nem só de troca de mensagens vivem os objetos</title>
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	<description>Software e Batatas</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 01:27:53 +0000</pubDate>
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		<title>By: Rodrigo</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-97283</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 11:03:19 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, mas acho que vale alertar para que outros nao caiam no mesmo erro.

Na tentativa de criar algo que reduzisse as dependencias e tornasse mais "facil" a troca de mensagens entre os objetos acabaram criando uma massaroca de mensagens. Fica muito dificil identificar o fluxo da aplicaçao ou mesmo a dependencia entre as classes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, mas acho que vale alertar para que outros nao caiam no mesmo erro.</p>
<p>Na tentativa de criar algo que reduzisse as dependencias e tornasse mais &#8220;facil&#8221; a troca de mensagens entre os objetos acabaram criando uma massaroca de mensagens. Fica muito dificil identificar o fluxo da aplicaçao ou mesmo a dependencia entre as classes.</p>
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		<title>By: Phillip Calçado</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-97062</link>
		<dc:creator>Phillip Calçado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 02:21:49 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,

O Exemplo não é para ser utilizado em Java (pelo menos não como está). Ele é um mta-modelo, eu apenas utilizei Java para demonstrar como Java (primeiro exemplo) e outras linguagens (segundo exemplo) se comportam. Caso tenha se inspirado neste texto a pessoa que escreveu seu framework não entendeu nada do que oi escrito aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>O Exemplo não é para ser utilizado em Java (pelo menos não como está). Ele é um mta-modelo, eu apenas utilizei Java para demonstrar como Java (primeiro exemplo) e outras linguagens (segundo exemplo) se comportam. Caso tenha se inspirado neste texto a pessoa que escreveu seu framework não entendeu nada do que oi escrito aqui.</p>
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		<title>By: Rodrigo</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-96900</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 08:21:15 +0000</pubDate>
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		<description>Trabalho em um sistema cujo "framework" funciona de maneira muito parecida a do segundo exemplo. Acho que alguem leu algo parecido por ai e se inspirou, mas o resultado final é muito ruim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho em um sistema cujo &#8220;framework&#8221; funciona de maneira muito parecida a do segundo exemplo. Acho que alguem leu algo parecido por ai e se inspirou, mas o resultado final é muito ruim.</p>
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		<title>By: Fragmental &#187; Blog Archive &#187; Ruby é JavaScript ao Avesso</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93754</link>
		<dc:creator>Fragmental &#187; Blog Archive &#187; Ruby é JavaScript ao Avesso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 11:13:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] principal divergente da solução em Ruby é que você deve passar a mensagem call para o objeto (ou usar a palavra-chave yield). Na pratica do dia-a-dia não tem tanta [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] principal divergente da solução em Ruby é que você deve passar a mensagem call para o objeto (ou usar a palavra-chave yield). Na pratica do dia-a-dia não tem tanta [&#8230;]</p>
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		<title>By: Phillip Calçado</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93569</link>
		<dc:creator>Phillip Calçado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 03:36:41 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Alex,

A menos que você esteja deliberadamente fazendo uma &lt;a href="http://fragmental.tw/research-on-dsls/language-oriented-programming-lop/language-adaption/" rel="nofollow"&gt;Language Adaptation&lt;/a&gt; eu recomendo que você use o modelo da sua linguagem/biblioteca. Em Java, por exemplo, passagem de mensagens.

Lembro que o exemplo acima é um &lt;strong&gt;meta-modelo&lt;/strong&gt;, uma simulação de como uma linguagem se comporta. Este código já está embutido dentro da JVM então você não precisa implementá-lo.

[]s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Alex,</p>
<p>A menos que você esteja deliberadamente fazendo uma <a href="http://fragmental.tw/research-on-dsls/language-oriented-programming-lop/language-adaption/" rel="nofollow">Language Adaptation</a> eu recomendo que você use o modelo da sua linguagem/biblioteca. Em Java, por exemplo, passagem de mensagens.</p>
<p>Lembro que o exemplo acima é um <strong>meta-modelo</strong>, uma simulação de como uma linguagem se comporta. Este código já está embutido dentro da JVM então você não precisa implementá-lo.</p>
<p>[]s</p>
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		<title>By: Alex Rodrigues</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93418</link>
		<dc:creator>Alex Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2008 14:49:43 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bacana a maneira como tu trata este assunto...

Mas minha duvida é, e no mundo real, qual é a melhor maneira de utilizar nossos objetos? Devemos virar tipo correios, utilizando mais mensagens, (interface faz isso?) ou o melhor é usar Data-Directed ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bacana a maneira como tu trata este assunto&#8230;</p>
<p>Mas minha duvida é, e no mundo real, qual é a melhor maneira de utilizar nossos objetos? Devemos virar tipo correios, utilizando mais mensagens, (interface faz isso?) ou o melhor é usar Data-Directed ?</p>
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		<title>By: Gerardo Santana</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93233</link>
		<dc:creator>Gerardo Santana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 06:39:27 +0000</pubDate>
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		<description>Ciertamente. De hecho, la intención de compartir el video era el de reforzar lo que dices.

Sin duda las técnicas que mencionas te permiten implementar tu propio sistema de objetos.

Gracias por tu artículo, ha sido muy interesante. Estaré pendiente los demás.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ciertamente. De hecho, la intención de compartir el video era el de reforzar lo que dices.</p>
<p>Sin duda las técnicas que mencionas te permiten implementar tu propio sistema de objetos.</p>
<p>Gracias por tu artículo, ha sido muy interesante. Estaré pendiente los demás.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Phillip Calçado</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93231</link>
		<dc:creator>Phillip Calçado</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 03:44:38 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Gerardo,

Ainda não assisti ao vídeo mas, como disse antes, você não precisa de objetos para ter mensagens. Sendo Ingalls parte do mundo Smalltalk, que usa troca de mensagens, é normal que ele defenda este paradigma, assim como alguém como Bertrand Meyer vai defender que uma linguagem OO tem que ter Design by Contract.

Polimorfismo pode ser obtido através de data-directed de maneira muito simples, na sua tabela de tipos x metodos basta você registrar o subtipo. Se você olhad a documentação de Common Lisp, por exemplo, vai perceber que polimorfismo nesta linguagem é inerente ao sistema de generic functions.

Resumo: você não precisa de objetos para ter mensagens nem de mensagens para ter polimorfismo.

[]s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Gerardo,</p>
<p>Ainda não assisti ao vídeo mas, como disse antes, você não precisa de objetos para ter mensagens. Sendo Ingalls parte do mundo Smalltalk, que usa troca de mensagens, é normal que ele defenda este paradigma, assim como alguém como Bertrand Meyer vai defender que uma linguagem OO tem que ter Design by Contract.</p>
<p>Polimorfismo pode ser obtido através de data-directed de maneira muito simples, na sua tabela de tipos x metodos basta você registrar o subtipo. Se você olhad a documentação de Common Lisp, por exemplo, vai perceber que polimorfismo nesta linguagem é inerente ao sistema de generic functions.</p>
<p>Resumo: você não precisa de objetos para ter mensagens nem de mensagens para ter polimorfismo.</p>
<p>[]s</p>
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		<title>By: Gerardo Santana</title>
		<link>http://blog.fragmental.com.br/2008/05/25/nem-so-de-troca-de-mensagens-vivem-os-objetos/#comment-93229</link>
		<dc:creator>Gerardo Santana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 01:36:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.fragmental.com.br/?p=469#comment-93229</guid>
		<description>Hola,

Permíteme compartirte este video donde Dan Ingalls, uno de los creadores de Smalltalk, menciona que la importancia de la orientación objetos no radica en las clases, sino en los mensajes

http://video.google.com/videoplay?docid=-2058469682761344178

pues permite el polimorfismo, que es la esencia de la solución que Smalltalk proporciona al problema que las simulaciones planteaban.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola,</p>
<p>Permíteme compartirte este video donde Dan Ingalls, uno de los creadores de Smalltalk, menciona que la importancia de la orientación objetos no radica en las clases, sino en los mensajes</p>
<p><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-2058469682761344178" rel="nofollow">http://video.google.com/videoplay?docid=-2058469682761344178</a></p>
<p>pues permite el polimorfismo, que es la esencia de la solución que Smalltalk proporciona al problema que las simulaciones planteaban.</p>
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